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 Testemunha de 7 anos será ouvida para desvendar morte de menino em clube
O depoimento de um criança de 7 anos, que estava com o garotinho de 3 anos que morreu uma semana depois de se afogar em piscina do Eco Park, em Campo Grande, pode ser a chave para desvendar o ocorrido na tarde daquele domingo, 18 de outubro. A Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) também pediu que o clube entregue as imagens das câmeras de segurança. Os pais da criança e uma amiga, que estava no parque aquático com o casal, já foram ouvidos. Segundo a delegada Franciele Candotti, a mãe disse que no momento que o filho caiu em uma das piscinas, os salva-vidas estavam concentrados em um só ponto e não espalhados pelo parque aquático, o que pode ter dificultado o socorro.  A responsável pela investigação não deu muitos detalhes, mas disse que foi “uma oitiva muito difícil”. Da parte do estabelecimento, além de pedir as gravações do circuito interno de segurança, a delegada também pediu a apresentação de documentos que comprovem a qualificação a equipe de guarda-vidas e ouvirá os responsáveis e funcionários que estavam no local. Ainda de acordo com a responsável pela investigação, a criança que será ouvida é filha da babá do menino de 3 anos, tinha convivência com ele e estava com o garotinho no momento do ocorrido. “Vamos ver se ele tem alguma lembrança, alguma memória”. No mais, os resultados dos laudos necroscópicos fecharão a investigação. A delegada afirma que os pais podem ser indiciados por homicídio culposo, caso fique comprovado que houve negligência da parte deles, mas a polícia apura a coparticipação do clube. O ocorrido - O menino se afogou em piscina de aproximadamente 1,40 metro de profundidade e, segundo informações do dia do acidente, pessoas que viram a situação resgataram a criança e acionaram o salva-vidas. Ele morreu sete dias após o acidente. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionadas para concluir o resgate, sendo necessário realizar manobra de reanimação. Ele foi encaminhado para a Santa Casa em coma induzido e depois foi transferido para o Hospital da Cassems, onde ficou internado até a morte.
 Com faca, homem assalta vendedor de lanche e leva surra de moradores
Assaltante levou uma surra e foi entregue à polícia amarrado com cordas após tentar roubar vendedor de lanche na noite desta quarta-feira (28) em Dourados, a 233 km de Campo Grande. Levado para a Polícia Civil, João Paulo Silveira, 30, foi autuado em flagrante por roubo. O caso ocorreu na Avenida Coronel Ponciano. O vendedor de lanche possui um trailer ao lado da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e trabalhava quando João Paulo chegou armado com uma faca pedindo dinheiro, caso contrário iria “furar” a vítima. Aproveitando descuido do assaltante no momento em que colocou a faca sobre uma caixa térmica, o vendedor ambulante empurrou o bandido e pegou a faca. João Paulo tentou correr, mas foi dominado pela vítima com a ajuda de outras pessoas que passavam pelo local. A Polícia Militar foi acionada e quando a equipe chegou ao local encontrou o assaltante estava no chão, com os tornozelos e os pulsos amarrados com corda. Os policiais recolheram a faca de 25 centímetros usada no assalto.
 Por falta de mandado, juiz de SP solta mulher de MS flagrada com 133 kg de droga
A Polícia Civil de São Paulo tenta recapturar foragida por tráfico de drogas de Mato Grosso do Sul e seus dois comparsas, flagrados com 133 quilos de maconha, na rodovia Marechal Rondon, em Guararapes (SP). O grupo havia sido preso na sexta-feira (23), mas foi solto horas depois, sob alegação de que a abordagem foi ilegal, sem mandado de busca, tratando-se de “constrangimento ilegal”. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, o flagrante aconteceu durante patrulhamento da Polícia Rodoviária de SP. A equipe percebeu nervosismo dos ocupantes de Fiat Uno e revistaram o carro, encontrando a droga. Foram presos 1 homem e 2 mulheres. O casal do grupo viajava com os filhos, de 1 ano e 10 meses e, outro, de 3 meses de idade. O motorista teria admitido aos policiais que foi contratado para transportar a droga de Ponta Porã até Ribeirão Preto (SP). Horas depois, porém, ao analisar o caso durante o plantão judiciário, o juiz Marcílio Moreira de Castro determinou a soltura de todos os suspeitos por considerar a prisão ilegal. Segundo o magistrado, a abordagem do veículo ocorreu sem um mandado de busca e apreensão e, assim, trata-se de um constrangimento ilegal. Em sua decisão, o magistrado afirma que os policiais não deixaram claro quais eram as “fundadas suspeitas” que os levaram a decidir pela abordagem e, para ele, certo “grau de nervosismo” seria muito vago, referindo-se ao texto do boletim de ocorrência. “Não consta nos autos que o motorista do Fiat Uno abordado tenha praticado qualquer infração de trânsito. Não consta que eles estivesse [sic] em excesso de velocidade ou que tenha realizado manobras evasivas suspeitas”, diz trecho da decisão do juiz. “Inadmissível pretender-se combater o tráfico de drogas sem absoluto respeito pelos direitos constitucionais do cidadão. A ilegalidade do flagrante, portanto, é a única solução aceitável, do ponto de vista legal e constitucional”, diz a decisão. As decisões judiciais estão sendo feitas de forma virtual, por conta da pandemia da covid-19. Ainda segundo a reportagem da Folha de S. Paulo, na terça-feira (27), o desembargador Farto Salles, TJ-SP reverteu decisão e expediu ordem de prisão aos, agora, foragidos: o casal de Rondônia e a mulher de MS. Para Salles, não houve qualquer ilegalidade na prisão. O desembargado ressalta ainda que no plantão judicial nem caberia ao magistrado a análise de provas. "Aliás, por se tratar de análise prefacial própria do recebimento do auto de prisão em flagrante, sequer caberia ao juiz plantonista realizar análise fática mais aprofundada ou mesmo questionar o 'grau' de nervosismo demonstrado pelos agentes, situação a ser melhor perquirida pelo juiz natural da causa, perante o contraditório judicial e mediante indagação mais específica dos policiais a respeito da situação do flagrante", afirma. Por fim, o desembargador afirma que não pode desprezar ainda o fato de que os suspeitos usaram os próprios filhos, um de 1ano e 10 meses e, outro, com apenas 3 meses de vida, "com a provável intenção de ludibriar a ação policial, daí a necessidade de decretação da custódia para garantia da ordem".

Notícia sobre Musica

  • Pink Floyd lidera parada britânica pela primeira vez desde 1995
  • Rock in Rio anuncia promoção e venda antecipada de ingressos
  • Taylor Swift pensa e dança em '1989', disco com letras inspiradas

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Notícias

 Grupo empresarial deve pagar quase R$ 21 milhões por desvio de recursos da Cidade das Águas em Frutal

Empresa foi investigada pelo MPMG em 2016 quando empresários e políticos foram presos. Parte do acordo será destinada à UEMG e restante vai para o Estado; G1 procurou os envolvidos. Parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal Ascom/Unesco-Hidroex Um grupo empresarial português firmou acordo para pagamento de R$ 20,9 milhões em medidas compensatórias apuradas pela Operação “Aequelis”, que investiga o desvio de recursos públicos destinados a Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas (Hidroex) para a construção do Complexo Cidade das Águas, em Frutal. O acordo foi firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) e a Advocacia-Geral do Estado (AGE). A informação foi divulgada pelo MPMG na última segunda-feira (10). Os valores já foram depositados. O nome do grupo empresarial não foi divulgado na publicação do órgão, que reforçou que não fornece contatos de partes em procedimentos. Na época da operação, desencadeada em 2016, empresários e políticos foram conduzidos pela polícia durante cumprimento de mandados de prisão em cidades no interior de Minas Gerais e São Paulo. Foram encontrados indícios de superfaturamento em vários contratos (relembre mais abaixo). Segundo o MPMG, R$ 4,7 milhões são referentes ao ressarcimento do dano causado ao Estado. Outros R$ 10,2 milhões se referem a danos morais coletivos. No acordo, constam, ainda, R$ 4,7 milhões como pagamento de multa civil, e R$ 1,2 milhão de transferência não onerosa. “Sem abrir a mão da punição àqueles que cometeram os ilícitos, a solução leva benefícios imediatos aos que foram prejudicados pelos crimes. Esse é um ponto em que insistimos desde o início e que continuaremos a reforçar”, disse o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet. Destinação Uma parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal. Já o restante será destinado aos cofres do Estado. Conforme o Ministério Público, o acordo firmado se refere a uma das ações ajuizadas por improbidade administrativa, e interfere em outras ações penais em curso na Justiça Federal. Réus que ainda não firmaram acordo continuam respondendo o processo. A Fundação Hidroex foi extinta em 2016. Promotoria de Frutal O G1 entrou em contato com o MPMG para saber qual a quantia de dinheiro público desviada e se, além do impacto financeiro, houve impacto ambiental. Sobre isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Frutal informou, nesta quinta-feira (13), que o valor estimado de dinheiro público desviado segundo a apuração do Ministério Público foi de R$ 4.758.136,00. Sobre os danos gerados ao Estado – citados no acordo – a promotoria afirmou que não têm qualquer aspecto ambiental, sendo exclusivamente no âmbito da tutela do patrimônio público. Valores depositados Foi informado também que os valores do acordo foram depositados em conta judicial nos autos da ação, em trâmite pela 2ª Vara Cível da Comarca de Frutal e serão gastos nos termos de acordo com solicitação específica e autorização judicial. UEMG Ainda segundo a promotoria, em relação ao montante destinado à UEMG Frutal, relativos aos danos morais coletivos, foi designada pela 3ª Promotoria de Justiça de Frutal uma reunião na próxima segunda-feira (17) com a Diretoria da unidade e com a Comissão pró-UEMG Frutal. O encontro vai contar com representantes dos estudantes, dos professores, dos servidores e da sociedade civil frutalense para discutir as prioridades a serem atendidas e como ocorrerá a fiscalização por parte do MPMG, que encaminhará também para análise da CGE. Operação "Aequalis" A Operação "Aequalis" foi deflagrada em maio de 2016. No dia 20 de setembro do mesmo ano, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou a lei que extinguiu a Fundação Hidroex, investigada pelo MPMG por suspeita de envolvimento e desvio de verbas públicas. A operação encontrou indícios de superfaturamento em vários contratos, dentre eles o de venda de equipamentos. O ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, entre 2012 e 2014, Nárcio Rodrigues (PSDB), e outras 14 pessoas foram acusadas de organização criminosa, fraude em licitação, obtenção de vantagem indevida, lavagem de dinheiro, peculato e obstrução. Cidade das Águas foi projeto para ser um centro internacional de pesquisa Ascom/Unesco-Hidroex A Hidroex desenvolvia em Frutal o Complexo Cidade das Águas, que começou a ser construído em 2012 e teria mais de 1 milhão de m². O local foi projetado para se tornar um centro internacional de pesquisa, com foco na conservação do patrimônio hidrológico da América Latina e das nações africanas de língua portuguesa. Com a extinção da Hidroex, a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) assumiu as responsabilidades e obrigações da fundação quanto aos programas, projetos, contratos e convênios celebrados. O mesmo ocorreu com os bens imóveis, que foram revertidos ao patrimônio do Estado, cabendo à Secretaria de Fazenda (SEF) proceder a destinação. Irregularidades na Hidroex Uma auditoria da Controladoria-Geral de Minas Gerais apontou, em abril de 2016, suposto dano aos cofres públicos devido a irregularidades na obra do Complexo Cidade das Águas durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB). A auditoria da controladoria aponta que houve prejuízo de cerca de R$ 9,8 milhões aos cofres públicos.

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